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Sexta-feira, 02 de Outubro 2026

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Preço do petróleo sobe, após Trump rejeitar proposta de paz do Irã

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Preço do petróleo sobe, após Trump rejeitar proposta de paz do Irã

Os eira principais índices de Wall Street caíram nesta segunda-feira (28) depois que o presidente dos Estados Unidos (EUA),  Donald Trump, rejeitou proposta iraniana para pôr fim ao conflito no Oriente Médio, o que levou a um aumento nos preços do petróleo bruto e reacendeu os temores de inflação, elevando os rendimentos dos Treasuries - títulos de dívida emitidos pelo governo norte-americano para captar recursos no mercado Em compensação, a Nvidia (empresa de tecnologia dos Estados Unidos que cria chips de computador avançados) registrava alta de 3,2%, depois de anunciar autorização de recompra de ações no valor de US$ 150 bilhões, tornando-se o maior aumento já registrado na história da empresa em termos de recompra de ações. Notícias relacionadas:Irã insiste em solução diplomática após Trump rejeitar plano de paz.Irã apresenta na ONU proposta de abrir Ormuz; Trump diz que rejeita.Presidente do Irã diz na ONU que "paz não virá do campo de batalha" .O Irã anunciou uma proposta de paz na Assembleia Geral das Nações Unidas, realizada na semana passada em Nova York, afirmando que ela havia sido transmitida aos Estados Unidos por meio de mediadores do Catar. Embora Trump tenha dito no sábado que rejeitou a oferta, ele afirmou ao Axios no domingo que esperava que os negociadores norte-americanos continuassem as conversas nesta semana. Os preços do petróleo bruto subiram 2%, para cerca de US$ 107 por barril, e pressionavam os Treasuries, levando os rendimentos de títulos de prazo mais longo a novas máximas em várias décadas. “A energia tem sido a única pressão consistente de alta sobre a inflação, e qualquer fator que continue a pressionar a inflação será algo que motivará o Fed (banco central norte-americano) a elevar os juros”, disse Art Hogan, estrategista-chefe de mercado da B. Riley Wealth. O Índice Dow Jones Industrial Average caía 0,47%, para 51.583,60 pontos, enquanto o S&P 500 perdia 0,46%, a 7.707,50 pontos, e o Nasdaq Composite tinha queda de 0,65%, para 26.893,56 pontos. O setor de bens de consumo discricionário recuava 1,3% e liderava as quedas entre os setores no S&P 500, com a DoorDash e a Carvana registrando perdas de 6% e 5%, respectivamente. À medida que a semana avança, os holofotes estarão voltados para uma série de indicadores econômicos cruciais, em um momento em que os operadores estão precificando uma chance de 68% de que o Federal Reserve aumente a taxa de juros em pelo menos 25 pontos-base em outubro, segundo a ferramenta FedWatch do CME Group. *É proibida a reprodução deste conteúdo.
Pobreza na Argentina volta a subir e atinge 32% da população

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Pobreza na Argentina volta a subir e atinge 32% da população

A pobreza na Argentina voltou a subir e atingiu 32,3% da população de 31 aglomerados urbanos do país no primeiro semestre de 2026, o que representa 9,7 milhões de pessoas, contra 28,2% registrados no semestre anterior. Essas regiões concentram 30,1 milhões de argentinos, a maior parte da população. Os dados oficiais foram publicados, nessa quinta-feira (24), pelo Instituto Nacional de Dados Estatísticos (Indec). Notícias relacionadas:Argentina sob Milei fecha 31 mil empresas e 245 mil empregos formais.No início do governo de Javier Milei, a pobreza cresceu de 41,7%, no 2º semestre de 2023, para 52,9% da população, no 2º semestre de 2024. Desde então, o indicador que mede a pobreza do país vizinho vinha caindo até chegar aos 28% no ano passado, sendo apresentado como um dos trunfos do governo Milei. O aumento da pobreza no país vem acompanhado do fechamento de empresas e empregos e da queda na atividade econômica medida pelo Indec, que fechou julho com retração de 2,9% em relação a junho.  O número de pessoas pobres classificadas como “abaixo da linha da indigência” também cresceu, passando de 6,3% no 2º semestre de 2025 para 7,5% no 1º semestre de 2026, o que equivale a 2,2 milhões de pessoas. Os dados de pobreza do Indec são referentes a 31 regiões urbanas do país e são medidos de acordo com a capacidade das famílias de comprar a cesta básica de alimentos e a cesta básica total, que inclui despesas como habitação, transporte e roupas.   “Em média, a renda familiar per capita aumentou 11,5%. As cestas regionais médias aumentaram 21,4% (Cesta Básica Alimentar) e 19,6% (Cesta Básica Total)”, diz o Indec. O Instituto Nacional de Estatísticas da Argentina ainda destaca que a maior parte das pessoas pobres, 44,5% do total, é formada por crianças e adolescentes de até 14 anos. Saiba mais no Repórter Brasil Tarde, da TV Brasil Governo comenta Nas redes sociais, o ministro da Economia do governo argentino Luis Caputo minimizou o aumento da pobreza. “Embora as taxas de pobreza e de indigência tenham aumentado 4,1 ponto percentual e 1,2 ponto percentual em relação ao semestre anterior, ambas as taxas registraram forte queda em relação ao primeiro semestre de 2024”, ponderou. Sobre a queda na atividade econômica em julho de 2,9%, Caputo destacou que, no acumulado do ano, o dado ainda é positivo, com crescimento de 1,7% nos sete primeiros meses do ano.  A queda da atividade econômica em julho foi atribuída pelo ministro a “diversos choques transitórios que afetaram vários setores de atividade”. “Podem ser mencionados a menor disponibilidade de gás no caso da indústria manufatureira; as maiores chuvas e nevascas em relação às médias históricas, para a construção, a mineração e alguns serviços; e as menores horas trabalhadas em alguns setores em relação à Copa do Mundo de Futebol”, explicou o ministro. *Matéria alterada às 17h30 para inclusão das regiões onde foi feita a pesquisa 
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Jornal O Paulistano - 27 de Set
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